. . . OS SINAIS DO NOSSO TEMPO, NUM REGISTO DESPRETENSIOSO, BEM HUMORADO POR VEZES E SEMPRE CRÍTICO. . .
22.2.11
21.2.11
OS PORTUGUESES - XVI

"Já no reinado de D. Duarte, foi levado a cabo, por iniciativa da Coroa, um vasto empreendimento de natureza historiográfica tendente a construir a memória régia sobre Portugal. O grande artífice de tal obra foi Fernão Lopes, nomeado em 1434 para o cargo de cronista-mor do reino, nessa altura criado com a missão de escrever as crónicas dos reis portugueses até D. João I... Sabe-se muito pouco ou quase nada sobre a origem familiar ou sobre a formação intelectual do cronista, mas é conhecido o suficiente do seu percurso profissional para se saber que desde cedo fez carreira como alto funcionário do serviço régio, muito antes de ter recebido aquela incumbência. Pelo menos desde 1418, ano em que surge documentado como guardador das escrituras do Tombo, (ou seja, do Arquivo Régio), desempenhara funções junto dos membros da família real e em 1419 era mesmo escrivão dos livros de D. João I."
(Fonte: História de Portugal, coordenada por Rui Ramos)
FRASE DO DIA
Título de PÚBLICO - 21/2/2011
***
Pronto! O legislador chegou aonde queria! Proibir as pessoas de fazerem o que querem dentro das suas portas! Eu despedia a empregada não fumadora que tenho; mas o que acontecerá se ela se queixa de despedimento sem justa causa?
PENSAMENTO DO DIA
EFEMÉRIDE DO DIA
Neste dia, em 1885, nasceu o escritor, dramaturgo, cienasta e actor russo (radicado em França) Sacha Guitry.
Os filmes de Guitry são apenas parte do seu legado. Deixou-nos ainda cerca de 100 peças de teatro, incontáveis frases eternas e a memória de uma personalidade boémia e muitas vezes controversa.
Os filmes de Guitry são apenas parte do seu legado. Deixou-nos ainda cerca de 100 peças de teatro, incontáveis frases eternas e a memória de uma personalidade boémia e muitas vezes controversa.
20.2.11
OS PORTUGUESES - XV

"No Verão de 1385, o rei D. João I de Castela entrou novamente pela Beira com um poderoso exército, disposto a esmagar a resistência portuguesa.
D. João I de Portugal ouve os conselheiros em Abrantes. As opiniões dividem-se. Uns entendem que o Mestre de Avis deveria ir fugindo diante do exército castelhano e entrar na Andaluzia mas Nuno Álvares Pereira e os capitães do Alentejo são pela batalha... A batalha campal decidiria de quem seriam as fortalezas e era mais honroso morrer no campo do que deixarem-se apanhar como perdigotos e serem depois enforcados, um a um, pelos sobreiros. E abandonaram o Conselho ameaçando que eles sós se oporiam aos invasores.
A posição de Nuno Álvares Pereira acabou por vingar. E a 14 de Agosto de 1385, nos campos da Batalha, sobre a estrada que vinha de Leiria para Lisboa, travou-se a batalha de Aljubarrota. O exército luso-castelhano seria de cerca de 30.000 homens e apetrechado com 16 trons. Os portugueses ficariam pelos 6.000 a 10.000 combatentes.
O combate durou cerca de meia hora. No campo ficaram os principais fidalgos portugueses que acompanhavam o exército invasor. E a matança perseguiu os vencidos na sua longa fuga até à fronteira."
(Fonte: História de Portugal, dirigida por João Medina)
FRASE DO DIA
PENSAMENTO DO DIA
EFEMÉRIDE DO DIA
Neste dia, em 1978, faleceu o escritor português Vitorino Nemésio.
A sua obra:
Poesia
* O Bicho Harmonioso (1938)
* Eu, Comovido a Oeste (1940)
* Nem Toda a Noite a Vida (1953)
* O Verbo e a Morte (1959)
* Canto de Véspera (1966)
* Sapateia Açoriana, Andamento Holandês e Outros Poemas (1976)
Ficção
* Paço de Milhafre (1924)
* Varanda de Pilatos (1926)
* Mau Tempo no Canal (1944), romance galardoado com o Prémio Ricardo Malheiros;
Ensaio e Crítica
* Sob os Signos de Agora (1932)
* A Mocidade de Herculano (1934)
* Relações Francesas do Romantismo Português (1936)
* Ondas Médias (1945)
* Conhecimento de Poesia (1958)
Crónica
* O Segredo de Ouro Preto (1954)
* Corsário das Ilhas (1956)
* Jornal do Observador (1974).
A sua obra:
Poesia
* O Bicho Harmonioso (1938)
* Eu, Comovido a Oeste (1940)
* Nem Toda a Noite a Vida (1953)
* O Verbo e a Morte (1959)
* Canto de Véspera (1966)
* Sapateia Açoriana, Andamento Holandês e Outros Poemas (1976)
Ficção
* Paço de Milhafre (1924)
* Varanda de Pilatos (1926)
* Mau Tempo no Canal (1944), romance galardoado com o Prémio Ricardo Malheiros;
Ensaio e Crítica
* Sob os Signos de Agora (1932)
* A Mocidade de Herculano (1934)
* Relações Francesas do Romantismo Português (1936)
* Ondas Médias (1945)
* Conhecimento de Poesia (1958)
Crónica
* O Segredo de Ouro Preto (1954)
* Corsário das Ilhas (1956)
* Jornal do Observador (1974).
19.2.11
OS PORTUGUESES - XIV

"A 3 de Março de 1385, o Defensor do Reino chegou a Coimbra. Aguardavam-no crianças e populares com folhas de palma e aos brados: Arraial! Arraial! por D. João, Mestre de Aviz e Rei de Portugal.
Nas cortes, travou-se uma renhida batalha jurídica e política entre os partidários do infante D. João, preso em Castela e filho do rei D. Pedro e de Inês de Castro, e os partidários do Mestre de Aviz...
Não foi fácil convencer os fidalgos da Beira partidários do Infante D. João. Nuno Álvares Pereira chegou mesmo a puxar do argumento da espada. Na batalha jurídica foi decisiva a acção do chanceler doutor João das Regras.
O trono estava vago. Os filhos do Rei D. Pedro eram ilegítimos e haviam empunhado armas contra Portugal. A raínha Beatriz provinha de um casamento ilegítimo e ainda por cima casara com o cismático rei de Castela, seu tio e primo, e sem dispensa do verdadeiro papa que era Urbano VI.
Estando o trono vago e os reinos de Portugal e do Algarve sob o ataque dos cismáticos castelhanos e seus servidores portugueses... nomeamos, escolhemos tomamos e ouvemos, recebemos D. João, Mestre de Aviz, como rei e Senhor nosso e dos reinos de Portugal e do Algarve."
FRASE DO DIA
PENSAMENTO DO DIA
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