O descalabro da empresa pública Águas de Portugal, imputável a vários governos e ministros, incluindo Mário Lino, e a ausência de responsabilização de quem o produziu, acrescido da existência de gratificações chorudas a quadros superiores e administradores, mostra a pouca distância existente entre quem gere a coisa pública e um bando de gangsters. E, cúmulo da hipocrisia, é essa mesma gente que enche a boca com a necessidade de erradicar a pobreza.
. . . OS SINAIS DO NOSSO TEMPO, NUM REGISTO DESPRETENSIOSO, BEM HUMORADO POR VEZES E SEMPRE CRÍTICO. . .
Pesquisar neste blogue
4.7.08
PENSAMENTO DO DIA
O descalabro da empresa pública Águas de Portugal, imputável a vários governos e ministros, incluindo Mário Lino, e a ausência de responsabilização de quem o produziu, acrescido da existência de gratificações chorudas a quadros superiores e administradores, mostra a pouca distância existente entre quem gere a coisa pública e um bando de gangsters. E, cúmulo da hipocrisia, é essa mesma gente que enche a boca com a necessidade de erradicar a pobreza.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário