Que se há-de dizer de um país que paga mais ao jovem recém-chegado ao mercado do trabalho, sem o encontrar, do que ao velho que trabalhou toda a vida e já não pode trabalhar, mesmo que encontrasse, por absurdo, esse trabalho; que, por isso, este Estado maquiavélico incentiva a preguiça no momento em que devia ser maior o esforço de cada qual para construir a sua vida; que, por isso, o mesmo diabólico Estado assassina, sem dó nem piedade, o desejo de um final de vida pelo menos tranquilo de quem nunca preguiçou na vida? Que se há-de dizer?
Sem comentários:
Enviar um comentário