Manuel Monteiro, Presidente da Federação de Associações de Pais do Porto - PÚBLICO - 3/10/2008
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Imagino a quantidade de professores que estão a desejar que a Ministra da Educação visite as escolas do Porto...
. . . OS SINAIS DO NOSSO TEMPO, NUM REGISTO DESPRETENSIOSO, BEM HUMORADO POR VEZES E SEMPRE CRÍTICO. . .
A operadora de máquinas Adriana Regina de Paula foi feita refém pelo marido, o ajudante de acabamento Luiz Cláudio Rodrigues da Costa, durante cinco horas em Valinhos, cidade paulista a 85 quilômetros da capital do Estado. Segundo informações da Delegacia de Defesa da Mulher da cidade, Adriana contou que foi espancada durante toda a madrugada. Avisada por meio de denúncia anônima, a Polícia Militar (PM) cercou a casa e fechou a rua da residência do casal, no Jardim São Pedro.


Imaginem o meu contentamento. Leva uma pessoa anos a pensar que quem de direito é surdo e, de repente, chega à conclusão que não é. Foi aquilo a que se chama uma semana em grande. A Reforma, a suprema, aquela sem a qual todas as outras reformas não o chegam a ser, foi anunciada. Claro que há uma distância maior do que a légua da Póvoa entre o ser anunciada e o ser implantada. As resistências vãos ser muitas. Porque as reformas esbarram, quase sempre em mentalidades não reformadas. Vai haver manifestações contra. Vai haver paralizações. O Dr. Carvalho da Silva, o da Inter, vai desdobrar-se em intervenções televisivas. Vai ser um São Miguel para as empresas de camionagem, a transportar descontentes, dos quatro cantos do país para o quadrilátero do Paço. O inefando Dr. Prado Coelho vai deliciar-nos com duas mil setecentas e vinte e quatro citações dos filósofos que, alguma vez, se debruçaram sobre a Administração Pública. Os funcionários públicos vão gastar os poucos minutos que ainda sobravam para resolver os nossos problemas a discutir os malefícios da Reforma. Tudo a tornar a implementação da dita um bico de obra. Mas, caramba! Só o facto de ter sido anunciada com esta pompa e com este pormenor já vale alguma coisa.
O Conselho Regional de Farmácia (CRF) autuou na manhã de hoje uma farmácia em Porto Alegre e duas farmacêuticas que trabalhavam no estabelecimento por propaganda enganosa e indução a crime. A farmácia tinha um cartaz anunciando a venda de um produto que "permitiria beber e passar no teste do bafômetro". As duas farmacêuticas responsáveis também foram suspensas pelo CRF, que instaurou um inquérito administrativo para apurar as responsabilidades.
Luis Amado sugeriu:
Então Mário Lino que, não se sabe como, entrou na reunião atrasado, disse com aquela entoação típica dos finais de almoços bem regados:
Teixeira dos Santos, então, disse:
Mário Lino, mais uma vez, interveio:
Manuel Pinho, finalmente, sugeriu:
E Mário Lino, novamente: 






E Mário Lino: