(continuação)E assim começa o caminho de El-Rei para a desejada graduação superior. Uma caminhada realmente épica. Ou, se quisermos, épicamente real. A Amizade entre El-Rei e o Morais volta surgir em todo o seu esplendor. O desconhecido e exigente Morais torna-se professor de quatro das exigentes disciplinas da Real Independente no curso de Enegenhocas de El-Rei. É o período mais difícil, que só o génio de El-Rei permite ultrapassar com sucesso. Porque às exigências da formação superior, El-Rei ainda tinha que governar o Reino (embora ficasse apenas com a pasta da Terra, Mar, Ar e Centros Comerciais e deixando as restantes para os outros). Conclui com sucesso como iremos ver. Mas surge, nesse momento, um conflito que ainda não foi resolvido até hoje. É que só é Engenheiro quem se licencia em cursos reconhecidos pela Associação Corporativa dos Engenheiros, o que não era o caso do curso da Real Independente. Assim, El-Rei só está legalmente autorizado a usar o sobrenome de Licenciado em Engenharia e não o título de Engenheiro.
(continua)
2 comentários:
BOM DIA MAGALHÃES!
A REJEIÇÃO PELO 1º MINISTRO É MUITO GRANDE, DE ACORDO COM EXPRESSÕES DOS PRÓPRIOS PORTUGUESES.
PERGUNTO: NO RANKING DOS ENGENHEIROS, EM QUAL COLOCAÇÃO ELE FICARIA?
ABRAÇOS DE APARECIDA
Obrigado, Aparecida, pela visita e comentário.
Há quem diga que ele não ficaria em nenhum lugar nesse ranking porque.... não é engenheiro....
:)
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