Que se há-de dizer de um país onde as autarquias recebem, dos nossos impostos, uma fatia tanto maior quando mais eleitores tenham; que, por isso, todas estejam interessadas em aumentar os seus eleitores; que, para isso, inscrevam os novos eleitores que chegam mas se “esqueçam” de abater os defuntos; que, devido a isso, tenham direito a mais pessoal político; que, devido ao aumento dos políticos ao seu serviço, tenham mais custos; que, por isso, necessitem de mais dinheiro; mais dinheiro que só obterão se tiverem mais eleitores; voltando ao princípio, num devir infernal e sem fim que cada vez nos suga mais os parcos recursos e que nos transforma a sociedade numa espécie de tribo na qual, brevemente, serão mais os chefes do que os índios? Que se há-de dizer?
. . . OS SINAIS DO NOSSO TEMPO, NUM REGISTO DESPRETENSIOSO, BEM HUMORADO POR VEZES E SEMPRE CRÍTICO. . .
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15.4.09
PERGUNTAS SEM RESPOSTA
Que se há-de dizer de um país onde as autarquias recebem, dos nossos impostos, uma fatia tanto maior quando mais eleitores tenham; que, por isso, todas estejam interessadas em aumentar os seus eleitores; que, para isso, inscrevam os novos eleitores que chegam mas se “esqueçam” de abater os defuntos; que, devido a isso, tenham direito a mais pessoal político; que, devido ao aumento dos políticos ao seu serviço, tenham mais custos; que, por isso, necessitem de mais dinheiro; mais dinheiro que só obterão se tiverem mais eleitores; voltando ao princípio, num devir infernal e sem fim que cada vez nos suga mais os parcos recursos e que nos transforma a sociedade numa espécie de tribo na qual, brevemente, serão mais os chefes do que os índios? Que se há-de dizer?
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