Que se há-de dizer de um país onde a corrupção é mato; onde os corrompidos são precisamente aqueles que podiam e deviam lutar contra a mesma corrupção; que, por isso, encontram mil e um argumentos para justificar não combater essa praga social – que nos vai matar por muitos séculos – a não ser com paliativos de fachada geralmente empastada num lacónico “foi decidido dar conhecimento à Procuradoria-Geral da República”; onde a voz honesta – de um socialista, imagine-se! – do Presidente do Tribunal de Contas se escuta pouco, apesar de dizer mais mal do que todos os cronistas pessimistas juntos? Que se há-de dizer?
. . . OS SINAIS DO NOSSO TEMPO, NUM REGISTO DESPRETENSIOSO, BEM HUMORADO POR VEZES E SEMPRE CRÍTICO. . .
Pesquisar neste blogue
16.4.09
PERGUNTAS SEM RESPOSTA
Que se há-de dizer de um país onde a corrupção é mato; onde os corrompidos são precisamente aqueles que podiam e deviam lutar contra a mesma corrupção; que, por isso, encontram mil e um argumentos para justificar não combater essa praga social – que nos vai matar por muitos séculos – a não ser com paliativos de fachada geralmente empastada num lacónico “foi decidido dar conhecimento à Procuradoria-Geral da República”; onde a voz honesta – de um socialista, imagine-se! – do Presidente do Tribunal de Contas se escuta pouco, apesar de dizer mais mal do que todos os cronistas pessimistas juntos? Que se há-de dizer?
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário