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9.11.09

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 1970, faleceu o General Charles de Gaulle.

Durante a Segunda Guerra Mundial rivalizou com o general Henri Giraud na liderança das forças militares e resistência francesas. Ao passo que o general Giraud tinha o apoio de Roosevelt e dos Estados Unidos, De Gaulle foi preferido pelos sectores esquerdistas da resistência francesa, que preferiam a postura tão antiamericana quanto possível de De Gaulle, mesmo durante a Segunda Guerra Mundial. No pós-guerra, De Gaulle iria confirmar a sua atitude antiamericana, ao tentar dar à França um ar de potência mundial (por exemplo com a construção da bomba de hidrogénio francesa, que a tornou uma potência atômica). Chamado para formar um governo em 1958, inspirou uma nova constituição e foi o primeiro presidente da Quinta República Francesa, de 1958 a 1969. Sua política ideológica é conhecida como Gaullismo, tendo ainda muita influência na vida política francesa actual.


FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA

Há muito vento em Amsterdão...

8.11.09

TANGO - La Cumparsita

Toda a sensualidade do TANGO, num video-clip de uma beleza inolvidável...

RETRATOS DE UM GRANDE PAÍS...

"CERTIDÕES DA FACE OCULTA PARADAS QUATRO MESES NA PGR

As nove certidões que o Departamento de Investigação e Acção Penal extraiu do processo de investigação conhecido como "Face Oculta" estiveram perto de quatro meses na Procuradoria-Geral da República (PGR) sem que o procurador-geral, Pinto Monteiro, lhes desse um destino. No rol, inclui-se uma certidão que envolve o primeiro-ministro, José Sócrates, escutado em conversas telefónicas com Armando Vara, administrador do BCP, que suspendeu o mandato depois de ter sido constituído arguido no processo... Ontem, o PÚBLICO tentou, sem sucesso, esclarecer junto da PGR as razões da demora em tomar uma decisão."

In PÚBLICO - 8/11/2009

FRASE DO DIA

"Desfalque de 200 mil euros nos Sapadores (Bombeiros) do Porto. Funcionária dos bombeiros suspeita de desviar dinheiro e enganar a Câmara."

Título de PÚBLICO - 8/11/2009

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O país está "varado"...

PILOBOLUS - XXI



FIM

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 1935, nasceu o actor de cinema francês Alain Delon.

Em 1956, passou a viver em Paris. Sem dinheiro, trabalhou como porteiro, garçom, vendedor. Em 1957, foi ao Festival de Cannes com o amigo Jean-Claude Brialy, onde chamou a atenção dos presentes pela sua beleza, entre eles David O. Selznick, que lhe ofereceu um contrato, desde que aprendesse a falar inglês. Delon, então, retornou a Paris para aprender inglês, mas lá conheceu o cineasta Yves Allégret, que o convenceu a começar sua carreira na França. Com ele, Delon fez seu primeiro filme, "Uma Tal Condessa" ("Quand la femme s’en mele", 1957). No filme Christine,contracenou com a atriz Romy Schneider, e por ela se apaixonou. Em 1959, foram morar juntos, e o relacionamento deles durou cinco anos.

O primeiro grande papel de Delon no cinema foi como Tom Ripley no clássico suspense O Sol Por Testemunha (1959), dirigido pelo cineasta francês René Clément, baseado num livro da escritora Patricia Highsmith. Em 1960, Delon atuou em Rocco e seus Irmãos, dirigido por Luchino Visconti, um dos filmes mais adorados da história do cinema. Ator e diretor tornaram-se amigos e trabalhariam juntos mais uma vez em outro clássico, O Leopardo (1963), vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes.

A beleza física de Delon transformou-o em símbolo sexual dos anos 60 e 70. Apesar disso, sempre lutou para ser reconhecido como um grande ator, e não apenas um rostinho bonito. Em 1962, trabalhou com o cineasta Michelangelo Antonioni, no filme O Eclipse, última parte da célebre trilogia da incomunicabilidade desse diretor. Com o cineasta Jean-Pierre Melville, atuou em filmes como Le Samouraï (1967), O Círculo Vermelho (1970) e O Expresso Para Bourdeaux (Un Flic, 1971). Trabalhou ainda com outros grandes cineastas, como Valerio Zurlini, em A primeira noite de tranqüilidade (1972), Joseph Losey, em Cidadão Klein (1976) e O Assassinato de Trotsky (1972), Jean-Luc Godard, em Nouvelle Vague (1990).


FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA

Com travões às... oito rodas...

7.11.09

CORRUPÇÃO - Mudança significativa

O Primeiro-Ministro José Sócrates anunciou que não permitirá que continuem em funções os dirigentes que FOREM ACUSADOS PELO MINISTÉRIO PÚBLICO.

Até que enfim, não será necessário esperar por um julgamento que nunca mais chega para eliminar a desconfiança. De facto, o simples facto de alguém se ter colocado em posição de poder ser considerado arguido é já razão suficiente para perdermos a confiança, ainda que venha a provar-se que não teve envolvimento criminoso na matéria da acusação.

Agora, só falta aprovar a Lei que impeça políticos na mesma situação de exercerem cargos públicos.

RETRATOS DE UM GRANDE PAÍS...

Águeda: Agredido a sair da escola

Um jovem de 16 anos foi agredido a murro e assaltado, ontem à tarde, à saída da Escola Secundária de Águeda, por um grupo de menores com idades entre os 13 e os 16 anos. A GNR de Águeda acabou por deter pouco depois os agressores, reincidentes neste tipo de assaltos, sempre nas imediações do estabelecimento de ensino.

In CORREIO DA MANHÃ

PILOBOLUS - XX

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 1849, nasceu Hintze Ribeiro, político português que deu o nome a uma rua de Leça da Palmeira (Matosinhos).

De origem açoriana. O seu nome aparece por vezes grafado como Ernesto Rodolpho Hintze Ribeiro e Ernst Rudolf Hintze Ribeiro. Distinto parlamentar e par do Reino, Procurador-Geral da Coroa, ministro das obras públicas, das finanças e dos negócios estrangeiros e líder incontestado do Partido Regenerador, por três vezes assumiu o cargo de Presidente do Conselho (equivalente hoje ao lugar de Primeiro-Ministro). Foi um dos políticos dominantes da fase final da Monarquia Constitucional, ocupando a presidência do ministério mais tempo que qualquer outro naquele período. A ele se devem importantes reformas, algumas das quais ainda perduram, tais como as autonomias insulares (1895), o regime das farmácias e a criação do regime florestal (1901). O Decreto de 24 de Dezembro de 1901, que regula o regime florestal, ainda está em vigor. Feito Conselheiro de Estado efectivo em 1891, recebeu múltiplas condecorações, entre as quais a grã-cruz da Torre e Espada. Foi sócio efectivo da Academia Real das Ciências.


FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA



(Gentileza de F. Santos, um grande sportinguista)

6.11.09

PRIMEIRA VEZ

Neste mundo, é muito difícil alguém ser original. Já quase tudo foi feito. Mas ia jurar que sta é mesmo uma "primeria vez"... (Gentileza da boa Amiga deste blog, Cidíssima)

RETRATOS DE UM GRANDE PAÍS...

"Portugal lidera novos casos de sida ligados à droga

No País, o número de mortes relacionadas com toxicodependência subiu 45%, mas números são "inflacionados", reconhece Observatório

Portugal é o número um na lista de infecções de VIH/sida entre os consumidores de drogas na Europa e aquele onde o número de mortes devido à droga mais subiu. Os dados de 2007 revelam um aumento de 45% na mortalidade, mas o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, alerta que este número é "inflacionado" pelo método usado pelas autoridades para as calcular.
O relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, ontem divulgado em Bruxelas, com dados de 2007, demonstra, no capítulo das doenças infecto-contagiosas ligadas ao consumo de droga, que no grupo de países com maiores índices de infecção, Portugal, em conjunto com a Estónia, tem registado "tendências decrescentes", muito embora "no caso de Portugal esta tendência pareça estar a estabilizar"."

In DIÁRIO DE NOTÍCIAS - 6/11/2009

FRASE DO DIA

"Auditoria revela que as contas da Câmara de Braga omitem 55 milhões de euros de dívidas."

Título de PÚBLICO - 6/11/2009

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Estamos perante mais um caso de pobreza envergonhada. De Mesquita Machado, desta vez. É caso para recorrer à Caritas...

POLIBOLUS - XIX

POLIBOLUS XI

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 1985, tomou posse, como Primeiro-Ministro de Portugal e pela primeira vez, o Prof. Aníbal Cavaco Silva, dando início aos únicos dez anos de pós revolução com verdadeira progresso económico e social.

FOTO DO DIA

5.11.09

CRÓNICA DA SEMANA - II

OS COGUMELOS

Portugal é um país de cogumelos. Sapróbios. Isto é, da espécie que se alimenta de excrementos ou de cadáveres de animais. Tipo coprino cabeludo, também chamado de gota de tinta. E porquê gota de tinta? Porque coloca uma assinatura num papel e ganha – ou dá a ganhar aos cogumelos da família - milhões. Milhões de quê? Bom. Isso deixo à imaginação do meu Leitor. É curiosa a textura destes cogumelos. É fugaz e membranosa. Quer dizer, dúctil, moldável. Aperta-se entre as mãos – por exemplo, num cumprimento – e ele molda-se.

Os cogumelos reproduzem-se, em Portugal, a uma velocidade supersónica. Basta aparecer um deles e logo à sua volta surgem milhares. Dizem que é dos esporos. Eu acho que não. Acho que é dos milhões. Milhões de quê? Bom. Isso deixo à imaginação do meu Leitor. A verdade é que eles estão por toda a parte. De tantos que são. Dizem que eles surgem nos lameiros. É provável. Na lama é que os cogumelos se dão bem. Mas já povoaram todo o país. Há-os nos bancos. Há-os nas empresas públicas. E nas privadas também. Há-os nos palácios governamentais. Há-os nos parlamentos. Há-os nos tribunais. Há-os nas autarquias. Há-os nas repartições. Há-os nos campos de futebol. A praga é tamanha que até já nas igrejas os há. Tantos são que, praticamente todos os dias, temos na comunicação social notícias dos cogumelos. A gente até fica surpreendida. É que andamos por aí e não os vemos. Ou melhor, vemo-los, mas não sabemos que são cogumelos. Quando chegamos a saber que A ou B é cogumelo, já é demasiado tarde. O veneno com que estes cogumelos derrotam o país é demasiado forte e, ao mesmo tempo, subtil. E não se lhe conhece antídoto. Há por aí uns indivíduos que se dizem “apanhadores” de cogumelos. Mas não se fiem. É treta. É mais difícil apanhar um cogumelo do que um tiro. Isto é, a bala. Porque o tiro pode apanhar-se quando se anda na apanha de cogumelos. E mesmo quando é apanhado algum cogumelo venenoso, asqueroso, logo ele se enfeita de coroa encarnada com pontinhos brancos, a parecer mesmo desenhado pela Disney, e a primeira coisa que diz é:

- Eu?!!! Venenoso, eu?!!! Eu sou a pureza em pessoa! Sem ponta de veneno! Não há míscaro que se me chegue! Isso é invenção dos invejosos! Nem se atrevam a chamar-me venenoso, que eu ponho-vos no tribunal!

Estou mesmo a ouvir o Leitor chamar-me exagerado. Mas eu faço uma sugestão a quem me lê. A de aproveitar uma ponte qualquer que haja aí para a frente, fazer uma viagem de fim de semana alargado e ir até à Serra da Estrela. Chegado lá, suba até à Torre. E, de lá, olhe o nosso Portugal. É um mar imenso de cogumelos. Cada vez mais, acho que foi um génio quem um dia disse que “Portugal é um jardim à beira-mar plantado”. É. De cogumelos. Quase todos venenosos. Quase todos sapróbios. Quase todos parasitas, como cumpre a um cogumelo orgulhoso da sua raça. Alimentando-se dos cadáveres que vão deixando espalhados na sociedade. E notem o respeito pelo princípio da conservação da espécie. Com o seu veneno, os cogumelos matam. E, depois, alimentam-se dos cadáveres para se desenvolverem e reproduzirem. É por isso que é necessário, inadiável, urgente, dar combate aos cogumelos. É por isso que não se pode sentir piedade por um cogumelo destruído. Calcado. Espezinhado. É a única maneira de lidar com os cogumelos. Com os pés. Não se pode correr o risco de se ser contaminado pelo veneno dos cogumelos. É mais grave do que apanhar a Gripe A. E não há vacina contra a praga dos cogumelos. Disse esse homem, dos poucos que, em Portugal, sabe pensar, chamado Ernâni Lopes, que “Portugal está a definhar”. Como tem razão! E, eu acrescento, a culpa primeira é dos cogumelos.

Há que derrotar os cogumelos. E, para isso, todos os que ainda não somos cogumelos somos necessários. É que – diz uma sumidade – os cogumelos desenvolvem-se, essencialmente, sobre substâncias em decomposição. E eu recuso-me a acreditar que já estejamos todos em decomposição. Não pode ser. Caramba! Somos dez milhões. E, embora já estejamos a apodrecer há muitos anos, não podemos estar todos já decompostos. Seria uma traição ao Egas Moniz. Ao seu infante Afonso, que ele educou. Ao João de Avis ou ao das Regras, que nos fizeram ressurgir quando já nos julgavam mortos. Ao Gama que nos imortalizou pelos feitos. Ao Luiz que nos cantou a Epopeia. Seria uma traição a muita gente. Seria, sobretudo, uma traição a nós próprios. Seria, ainda mais sobretudo, uma traição aos nossos descendentes.

Já sei o que está a pensar, meu Caro Leitor. “Cá está mais um a palrar, mas fazer alguma coisa para que acabem os cogumelos é que ele não faz…”. Tem razão, meu Caro Leitor. Mas é que a força dos cogumelos é já tanta que eu só não chego. Nem Você. Eu estou só a tentar dar o primeiro passo. Que é convencê-lo de que todos temos que combater os cogumelos. E não chega passarmos procuração a outros. É que esses outros não me parecem muito interessados em combater os cogumelos. Não se recorda do Cravinho? Um dos que tentou ir além das palavras? E que lhe fizeram? Promoveram-no. Promoveram-no a inútil. Ou, pelo menos, a menos útil do que ele estava a ser. Veja só isto, meu Caro Leitor: a procuração que passamos é depositada numa urna. E uma urna é o sítio para onde vão os mortos. Logo, as procurações morrem no momento em que são entregues. Não. Temos que dar passos, nós próprios, para acabar com os cogumelos. E o primeiro passo é este. É o passo a palavra. Temos de criar uma consciência colectiva reprovadora dos cogumelos. Não podemos ser como aquele eleitor que, interrogado sobre porquê havia votado num cogumelo, respondeu: “Ele rouba, mas faz coisas!”. E não podemos porque o que é roubado faz muita falta. Há por aí tanta gente com falta de tanta coisa!

Portugal está muito doente já. O veneno dos cogumelos já infectou tanta da nossa vida! Mas não podemos cruzar os braços. Não podemos encolher os ombros. Não podemos sentar-nos no sofá, olhando a televisão e abanando a cabeça. Muito menos podemos assobiar para o lado. Porque, se a nossa atitude for essa, o veneno dos cogumelos acabará por nos atingir. A mim e a si. Inexoravelmente. Fatalmente. E, com franqueza, meu Caro Leitor: acredita mesmo que há fatalidades, no sentido de que são inalteráveis, faça a gente o que fizer?

Magalhães Pinto, em VIDA ECONÓMICA, em 5/11/2009

FRASE DO DIA

"Crucifixos continuam em algumas escolas."

Título de PÚBLICO - 5/11/2009

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Modestos! Eu diria que as escolas são, hoje, uma única e imensa cruz!...

FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA

Repartição de Justiça, em Portugal...

4.11.09

FRASE DO DIA

"Saída de Vara (do Conselho de Administração do BCP) é positiva."

Vítor Constâncio - PÚBLICO - 4/11/2009

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O que quer dizer que a sua entrada foi negativa. Estou de acordo. Mal por mal, antes Jardim. Sempre fazia as coisas com mais classe...

NECROLOGIA POLÍTICA, ECÓNÓMICA E SOCIAL



Nome: ARMANDO VARA

Nascimento: 19 DE FEVEREIRO DE 1954

Local de nascimento: VINHAIS

Formação: GRADUADO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS EM... 2005

Post-Formação: POST-FORMADO EM GESTÃO EMPRESARIAL EM... 2004

Ideologia: SOCIALISTA

Carreira política e económica: EX-ESCRITURÁRIO NA CGD, EX-VEREADOR, EX-DEPUTADO, EX-SECRETÁRIO DE ESTADO, EX-MINISTRO, EX-ADMINISTRADOR DA CGD, EX-VICE-PRESIDENTE DO MILLENNIUM/BCP

Situação actual: ARGUIDO NUM CASO DE CORRUPÇÃO

PILOBOLUS - XVIII

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 1972, nasceu o futebolista português Luís Figo.

Começou a dar os seus primeiros pontapés na bola no União Futebol Clube "Os Pastilhas", um clube de bairro da freguesia da Cova da Piedade, antes de ser transferido para o Sporting Clube de Portugal.Luis Figo um dos grandes ídolos portugueses morava em Almada na freguesia do Laranjeiro, perto do clube onde jogava que se encontra ainda na freguesia da cova da piedade formando jogadores. Jogou no Sporting Clube de Portugal 4 anos onde fez sucesso e atraiu a atençao do gigante FC Barcelona onde jogou desta vez por 5 longos anos de sucesso sendo 2 vezes campeão nacional onde fazia uma dupla brilhante com Ronaldo Luis Nazário de Lima conhecido na época por "Ronaldo", mais tarde surgiu uma proposta milionaria do "outro" gigante e grande rival Real Madrid onde conseguiu ser o eleito o melhor jogador da europa em 2000 e o melhor do mundo no ano de 2001 onde jogou também 5 anos na equipa de Madrid e onde conseguiu ser, por 2 vezes, campeao nacional pelo emblema de Madrid. Actualmente joga na Inter de Milão onde mais uma vez foi campeão nacional na primeira epoca " desta vez na secretaria"" devido a polémica que houve em Itália. No ano de 2001, Figo foi escolhido como o Melhor jogador do mundo pela FIFA. Participou no Campeonato do Mundo de 2002 e no Campeonato do Mundo de 2006. O seu estilo de futebol é clássico, com cruzamentos milimétricos e dribles curtos e certeiros.


FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA

Que grande par de... olhos!...

3.11.09

A PEÇA DE TEATRO CONTINUA

"Nenhum eleito do núcleo duro (eleitos do PS) da maioria do bloco central cumprimentou, sequer verbalmente, os outros eleitos da candidatura “Narciso Miranda Matosinhos Sempre” que, discretamente, nos seus lugares, aguardavam o início do processo de tomada de posse. Não admira, nem surpreende, que isso não acontecesse comigo, porque o ódio, a sede de vingança e a intolerância são bem visíveis há muito tempo."

Narciso Miranda - no blog Matosinhos Sempre

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Quando fui eleito autarca, na tomada de posse, eu e os demais eleitos pelo PSD chegamos cedo, sentamo-nos "discretamente" nas cadeiras que nos estavam reservadas e ficamos à espera dos acontecimentos. Quando chegaram os vencedores, não tivemos nem sequer direito a um olhar do "chefe" de então dos socialistas, Narciso Miranda, quanto mais a um cumprimento!...

Tem razão o líder da Oposição em Matosinhos. O ódio, a sede de vingança e a intolerância são bem visíveis há muito tempo!...

NOTÍCIAS DO LIVRO DE RECORDES GUINESS

O curso de engenharia a jacto, tirado pelo Exmo. Snr. Engenheiro Sócrates, acaba de ser riscado do Guiness pela post-graduação do Exmo. Snr. Dr. Armando Vara, obtida um ano antes da própria graduação!

E ainda dizem que o Ensino está mal em Portugal! Ponham os olhos nisto, Senhores! Um verdadeiro milagre socialista! Um, não! Dois!

FRASE DO DIA

"Governo insiste na limitação do mandato do primeiro-ministro."

Título de PÚBLICO - 3/11/2009

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... Nós também!... Nós também... Este governo começa bem!...

CRÓNICA DA SEMANA - I

O PÃO…

… nosso de cada dia. A corrupção. Não se passa uma semana que não tenhamos na comunicação social mais uma suspeita, mais uma possível traficância, mais uns tantos arguidos, mais uma pouca-vergonha. Como disse esse grande português que sabe pensar como poucos, o professor Ernâni Lopes, “Portugal está a definhar”. Conduzida a coisa pública por medíocres, não se vê aonde vamos parar, tendo embora a certeza de que não é ao fundo do túnel. Será antes, e muito provavelmente, ao fundo do poço. E o pior de tudo é que somos nós todos a dar o aval a quem assim nos conduz.

A negociata à volta das sucatas, envolvendo pessoas notáveis do Partido Socialista, gente da convivência do nosso Primeiro-Ministro, é extremamente preocupante. Como, já antes, envolvendo gente de outros partidos, houve outras negociatas não menos graves. É de topete ver à frente de um dos maiores bancos portugueses – e apenas por razões políticas – um homem – Armando Vara – que, no mínimo, será sempre culpado de andar em muito más companhias. Isto se não se vier a provar que também engordou os bolsos de modo desonesto e desleal. E, para que as coisas sejam ainda mais feias, este Armando Vara tem uma longa história de conivência com José Sócrates no domínio político. O que nos leva a pensar que o nosso Primeiro-Ministro também tem andado em más companhias.

No meio destes sucessivos escândalos, envolvendo pessoas de vários partidos, há um pensamento que chega a doer. É que parece que não há remédio para isto. Parece que estamos condenados, escolhamos quem escolhamos, a ver uns espertalhões a fazerem fortuna através da política e das influências que por aí ganham. E quando todos estivermos convencidos de que não há nada a fazer, então tudo estará perdido. Os, perdoem-me o termo, galifões encherão o saco à grande e à francesa, enquanto o povo continua com carências de toda a ordem. Porventura, terá cada vez mais carências. É por isso que esta ideia da inevitabilidade da roubalheira não pode vingar. Nem que tenhamos que punir, um atrás de outro, todos. Como a Justiça não é célere e parece que todo o barulho que surge constantemente acerca da desonestidade de alguém nunca conduz a nenhum castigo, temos que ser nós a estar atentos. Temos que ser nós a dizer, de cada vez que nos é dada voz, vigorosamente NÃO a todos os que tenham estado envolvidos em casos destes, sejam eles quem forem. E temos que apelar aos homens honestos do nosso país para que se apresentem ao serviço. A maioria deles fugiu da política pela má conotação que dava. Pois temos de dizer-lhes que voltem. Que Portugal e os Portugueses precisam deles. Que deles também é a responsabilidade, por omissão, do triste estado a que estamos a ser reduzidos pelos aventureiros da política.

Magalhães Pinto, em MATOSINHOS HOJE, em 3/11/2009

PILOBOLUS - XVII

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 2006, faleceu o maestro francês Paul Mauriat.

Paul Mauriat era filho de uma família de músicos, tendo seu pai como primeiro mestre. Aos quatro anos, iniciou seus estudos de piano. Aos dez, entra para o Conservatório de Paris, saindo quatro anos mais tarde decidido a seguir a carreira de concertista. O encontro com o jazz, entretanto, muda os planos iniciais de Mauriat. O novo ritmo decididamente influencia o estilo que o tornaria famoso em todo o mundo.

Mauriat cresceu em Paris e aos dezessete anos, organiza sua própria orquestra, apresentando-se em cabarés e teatros na França e em outros países da Europa. Na década de 50, tornou-se o arranjador preferido de vários cantores franceses, entre os quais se destaca a figura de Charles Aznavour. Seu estilo único, de arranjos rebuscados e belos permanecerão eternos entre os milhões de fãs que deixou em todo o mundo.


PAUL MAURIAT - Toccata

Escutemos uma bela composição, tocada pela orquestra de PAUL MAURIAT, no aniversário da sua morte.

FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA

O humor pode ser surpreendente, como nestes sinais informativos...

2.11.09

FRASE DO DIA

"Quando, uma vez, mudou a direcção do IEFP (Instituto do Emprego), o Secretário de Estado perguntou logo a um dos dirigentes se podia dar um jeito nos números do desemprego."

Contado por um ex-dirigente do IEFP ao PÚBLICO - 2/11/2009

***

Não me apetece ser irónico neste caso. Porque ele mostra o principal drama com que nos debatemos: os nossos governantes não passam de uns aldrabõezitos, cujo objectivo é enganarem-nos o mais possível. Pensar em políticas que combatam o desemprego dá muito trabalho e, o que é pior, as políticas pensadas podem vir a fracassar, responsabilizando o governante. Aldrabar as estatísticas é mais fácil e irresponsabilizante.

POEMA DO MÊS



DUAS LÁGRIMAS...


Uma lágrima caiu...
Inundou-me o coração...
Uma outra se seguiu...
Agarrei-as com a mão...
Embrulhei-as com os dedos
de pensamentos capazes
de escorraçar os teus medos!...
Elas teimaram, audazes...
Transformaram-se em enguias
...não cinzentas... prateadas...
da prata com que me vias
nas minhas horas amadas!...
Fizeram-se um fio de água
para escorrerem, mansinho...
Com uma teia de mágoa,
impedi-lhes o caminho...
Pularam de descontentes,
tentando romper-me o pulso...
E gritaram-me: "Tu mentes!...",
num desespero convulso...
Ouvi-as chorar... gemer...
Em ânsias de liberdade!
Mas não podia ceder!...
...Morreria de saudade!...
Lutamos horas a fio...
Lutamos até mais não...
Lutamos num desafio
que não tem comparação...
Por fim, senti-as paradas,
exaustas e ofegantes...
E ficaram-se, abraçadas,
como, na noite, os amantes...
Abri a mão com cuidado...
E quedei-me, embevecido,
a olhá-las, espantado,
com o que tinha acontecido...
As lágrimas de ti caídas,
na palma da minha mão,
Tão lindas, eram parecidas
Com o teu e o meu coração...
Amavam-se com doçura...
Beijavam-se com carinho...
Olhavam-se com ternura...
Pareciam bolas de arminho...
Olhei-as, assim... sorri-me...
Afaguei-as docemente...
Fechei a mão... decidi-me!
Vou-te amar eternamente!...

Magalhães Pinto

PILOBOLUS - XVI

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 1950, faleceu o dramaturgo irlandês Bernard Shaw.

Recusou o Nobel de Literatura de 1925 e, em suas últimas peças, intensificou as pesquisas com a linguagem não-realista, simbolista e tragicômica. Por cinco anos deixou de escrever para o teatro e dedicou-se ao preparo e publicação da edição de suas obras escolhidas (1930-1938), e ao tratado político The Intelligent Woman's Guide to Socialism and Capitalism (1928). A sua correspondência também foi publicada, destacando-se a troca de cartas com o escritor H. G. Wells.


FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA

Chave da ignição de um Rolls Royce...

1.11.09

RAY CONNIFF- Somewhere My Love

Recordando um grande intérprete - a Orquestra de Ray Conniff - e uma composição eterna - TEMA DE LARA, da película Dr. Jivago.

FRASE DO DIA

"Ao centro na economia, à esquerda nas opções de vida."

Título de PÚBLICO (sobre a política do novo Governo) - 1/11/2009

***

...e que a mão direita não saiba o que faz a esquerda...

MEMÓRIA

MARIONETAS

Recordo-me bem do que foi a minha experiência militar na Guerra Colonial. Não operacional, eu pouco mais era do que um pacífico observador do que se ia passando em meu redor. E recordo-me - já escrevi, aliás, isto algures - de como a generalidade da população da Guiné não tinha nada a ver com a guerra. Esta não passava de uma querela entre a vanguarda de um partido que desejava a independência daquele território e as forças colonialistas que pretendiam proteger a sua soberania pluricentenária sobre ele. O resto, a grande maioria da população, pretendia sobretudo viver tranquilamente a sua vida, amanhando os campos e pescando nos rios, sem outras ambições que não fossem escapar à tempestade a ribombar à sua volta e às suas consequências. O que, geralmente, não conseguiam. Vinham os guerrilheiros e roubavam. Géneros que os alimentassem. Jovens que servissem a causa. Muitas vezes usavam as pacíficas tabancas como base para emboscadas às tropas regulares. Saíam os guerrilheiros e vinham as tropas regulares. Castigavam pela colaboração involuntária. As pacíficas populações eram o saco do combate de boxe que se travava entre uns e outros. Eram, indubitavelmente, as mais sacrificadas, aquelas sobre quem todos os penares mais incríveis e mais cruéis recaíam. Eram, eles, os pacíficos, os não envolvidos, os que queriam apenas viver tranquilamente a sua vida, aqueles que pagavam o preço humano mais alto da guerra então em curso.

Passaram quase quarenta anos. Já não estou na Guiné. Já não há nenhuma guerra, no sentido tradicional. Apenas sou espectador do meu país. E o que vejo mostra-me que não há grande diferença entre aquilo a que assisti então e o que vejo passar-se agora. As armas já não vomitam fogo. O vómito é de palavras. O vómito é de leis. O voto é de irresponsabilidade. O vómito é de interesses, sobretudo económicos. O vómito é de influências. Nos órgãos centrais do Estado. Nos órgãos políticos regionais. Nas autarquias. Tudo sob a bandeira do regime. Vivemos em democracia, diz-se. E basta pensar um nadinha em tudo quanto vai acontecendo para vermos que a anarquia tomou outro nome. Os adversários da democracia devem estar a ficar felicíssimos. Em Portugal, trinta anos depois de acendidas as velas da esperança, já nem o coto resto. A ética foi enterrada nos mil e um funerais realizados às escondidas do Povo. O Poder do Estado, que devia ser rei e senhor, não passa de escravo de quem tem acesso aos media, de quem tem poder sobre a conjuntura económica, de quem tem amigos sentados nas respectivas cadeiras. Aderimos ao liberalismo económico, mas ninguém se lembrou de dizer que este só é uma boa política se houver um Estado forte, mais ou menos impermeável aos interesses económicos. Mas um Estado forte necessita de servidores fortes, capazes, competentes, corajosos. Já os houve. Os tempos iniciais da nossa "jovem" democracia foram tempos de gente forte. Acabaram, esses tempos, aí por alturas de 1993. A partir daí, temos assistido à queda do Poder do Estado. Muito porque os seus agentes deixaram que assim acontecesse. Quando, mais do que o resto, era necessária coragem, assistimos à pusilanimidade desenfreada. Hoje, o Estado é quase uma caricatura, que apenas provoca o sorriso alvar filho de uma boa anedota.

Recordar-se-ão, os meus leitores mais atentos, de que aí há quatro ou cinco anos atrás, comecei a gritar por socorro nesta coluna. Percebia-se, a olho nu, que se iniciara a derrocada. Ceder aos mais variados grupos de pressão, em nome da paz social e do consenso, era a colocação de rodas num veículo a começar a rolar num plano inclinado, era a abdicação do Poder do Estado. O desastre, facilmente prenunciável, está aí. Dificilmente restarão sobreviventes. Aqueles que esperam um Orçamento Geral do Estado para 2005 mais favorável do que no passado recente vão sofrer uma grande desilusão. Até pode ser que o Orçamento o seja. Mas o Orçamento é apenas um papel, uma declaração de intenções. A realidade que virá em seguida é que é realmente importante. E essa realidade está inalterada. O País continua retalhado em milhentos de grupos, ditos "de pressão", cada um a remar para o seu lado. Circunstância em que o barco não tem caminho aceitável possível. Para cima não vai, devido à gravidade. Para um qualquer lado também não, por falta de remadas vigorosas a exigirem o mesmo sentido em todos. Só fica um movimento possível, depois da vertigem do rodopio. Para baixo, em direcção ao abismo.

É curioso como muitos dos que agora reconhecem ser essa a situação passaram todos estes tempos para trás a vangloriar os fautores da queda e a esconder os seus malefícios. Agora, que o barco corre o risco de afundar-se, correm à amurada e gritam a plenos pulmões que aquele já está a meter água. E, entre eles, nem um único a procurar calafetar as fendas por onde jorra a água. Pelo contrário. Vão pregando pregos onde é susceptível que a fenda se alargue. Pensam - pensarão? - que estão a remendar o barco e estão a construir o esquife. E, entre eles, nem um só avança com uma solução. E, entre eles, nem um só se propõe contribuir para salvar o barco. A navegar neste, já com água até ao pescoço, estão os que vão pagar com a vida - a que desejariam - os desmandos da equipagem, aqueles a quem tanto lhes faz quem seja a marinhagem, quem seja o piloto. E, no entanto, foi com base em ordem sua que o piloto foi escolhido. No fim da viagem, sentirão que não passaram de simples marionetas. Tal como os pacíficos habitantes da Guiné que conheci na Guerra Colonial. Tal como os simples do meu Povo, que votam, a maior partes das vezes, sem bem saber o quê, em quê, para quê.

Um dos primeiros a gritar que íamos ter desastre, quero também ser um dos primeiros a afirmar que a salvação é possível. Não do jeito que tem vindo a ser tentada. Não chega tentar tapar as fendas com betume. É necessário um casco novo. Nem que tenhamos que ser todos, os mais conscientes, a servir de casco. Está aí uma óptima oportunidade para alguém em quem ainda não perdemos toda a confiança - o Senhor Presidente da República - ficar na História. Apenas por ter sabido tomar uma iniciativa necessária e corajosa, num momento que já não é o certo mas que ainda é o atempado. Para tomar uma difícil decisão, o Senhor Presidente da República chamou meio mundo ao seu palácio, para se documentar. Tem que chamar meio mundo agora, para mobilizar. Eu sei que, constitucioonalmente, não lhe cabe o papel da orientação política do País. Mas sei que lhe cabe o dever - porque apenas ele para isso tem representatividade democrática suficiente - de salvar o futuro do país. É necessária uma revolução pacífica. É preciso chamar os melhores. É preciso conquistar os media para o esforço de regeneração necessário. É preciso estarmos todos, aqueles que agem e aqueles que opinam, a remar para o mesmo lado. Ou encontramos o rumo ou afogar-nos-emos todos, inexoravelmente. E, para encontrar esse rumo, para remar em direcção a esse rumo, é necessário que o chamado "magistério de influência" do Senhor Presidente da República passe da simples intervenção verbal para a chamada à responsabilidade. Por Belém têm que passar todos os que podem influenciar a rumo e a marcha. Todos temos direito à pluralidade. Mas nenhum de nós tem o direito de fazer andar o barco para trás ou para o fundo. E, entre a marinhagem, ninguém tem direito a fazer dos passageiros marionetas. Isso é proibido. Deve ser, pelo menos. E na frente de marcha fica um grande leque de destinos. É dentro desse leque que deve ser encontrada a pluralidade. Se soubermos entender isto, então talvez ainda nos safemos. Passe o calão. Que, se necessário, devemos usar sem falsos pudores.

Magalhães Pinto, em VIDA ECONÓMICA, em 23/8/2004

PILOBOLUS - XV

EFEMÉRIDE DO DIA

Neste dia, em 1431, faleceu D. Nuno Álvares Pereira, comandante português na Guerra da Independência de Castela que se seguiu à crise de 1385.

D. Nuno Álvares Pereira cresceu na casa do seu pai até aos seus treze anos e foi lá que se iniciou "como bom cavalgante, torneador, justador e lançador" e sobretudo onde ganhou gosto pela leitura, lia nos "livros de cavallaria que a pureza era a virtude que tornara invenciveis os heroes da Tavola Redonda, e procurava que a sua alma e corpo se conservassem immaculados"... Foi com essa idade que entrou para a côrte de D. Fernando de Portugal, onde foi feito cavaleiro com uma armadura emprestada por D.João, o Mestre de Avis. Decidido a manter-se virgem, foi profundamente contrariado (e praticamente obrigado pelo pai) que aos 16 anos casou com Leonor de Alvim, cerca de 1376, em Vila Nova da Rainha, freguesia do concelho de Azambuja. O nobre casal estabeleceu-se no Minho (supõe-se que em Pedraça Cabeceiras de Basto), em propriedade de D. Leonor de Alvim.

Quando o Rei Dom Fernando de Portugal morreu em 1383, sem herdeiros a não ser a princesa D. Beatriz, casada com o Rei João I de Castela, D. Nuno foi um dos primeiros nobres a apoiar as pretensões de João, o Mestre de Avis à coroa. Apesar de ser filho ilegítimo de D. Pedro I de Portugal, D. João afigurava-se como uma hipótese preferível à perda de independência para os castelhanos. Depois da primeira vitória de D. Nuno Álvares Pereira frente aos castelhanos na batalha dos Atoleirosem que pela primera vez se combateu a pé em Portugal, em Abril de 1384, D. João de Avis nomeia-o Condestável de Portugal e Conde de Ourém. A 6 de Abril de 1385, D. João é reconhecido pelas cortes reunidas em Coimbra como Rei de Portugal. Esta posição de força portuguesa desencadeia uma resposta à altura em Castela. D. João de Castela invade Portugal pela Beira Altacom vista a proteger os interesses de sua mulher D. Beatriz. D. Nuno Álvares Pereira toma o controlo da situação no terreno e inicia uma série de cercos a cidades leais a Castela, localizadas principalmente no Norte do país. A 14 de Agosto, D. Nuno Álvares Pereira mostra o seu génio militar ao vencer a batalha de Aljubarrota.


FOTO DO DIA

SORRISO DO DIA

Um casamento "smart"...