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18.2.09

PÁGINA DO BRASIL

Praticamente um em cada três líderes de bancada no Congresso responde a inquérito ou ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes que vão de formação de quadrilha a lavagem de dinheiro, de acordo com levantamento divulgado hoje pelo site Congresso em Foco. Dos 36 parlamentares que ocupam os cobiçados gabinetes das lideranças na Câmara e no Senado, 11 são alvo de procedimentos no STF. Em quatro desses casos os investigados já respondem a ações penais, passando de investigados a réus: os senadores João Ribeiro (TO-PR) e Mário Couto (PSDB-PA), e os deputados Sandro Mabel (GO-PR) e Cléber Verde (MA-PRB).

Os responsáveis por comandar bancadas no Congresso respondem ao todo a 19 processos. Os dois líderes do PR são os que colecionam o maior número de procedimentos, com três denúncias cada. Procurados pela reportagem, os gabinetes dos líderes do PR não se pronunciaram a respeito. O número de líderes investigados é maior no Senado que na Câmara. Problemas com a Justiça envolvem 6 dos 14 líderes no Senado, entre eles o ex-presidente da Casa Renan Calheiros (AL), reconduzido no início deste mês ao comando do PMDB. Na Câmara, 5 das 23 lideranças devem explicações à Justiça.

O levantamento ainda aponta que a proporção de parlamentares processados entre os que ocupam cargos na Mesa Diretora e nas lideranças das Casas é maior que a média do Congresso. Dos 594 deputados e senadores da legislatura atual, 145 têm ações na Justiça - uma média de 24,4% dos congressistas. Entre os 58 parlamentares que compõem as Mesas ou ocupam cargo de líderes, o índice é de 29,3%.

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Bom... À beira disto, os casos que temos tido por aí são brincadeira de crianças...

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