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3.3.09

A CAMPANHA AMARELA - Novela - Capítulo XVII

(continuação)

El-Rei deitou-se, naquele dia, com maus pressentimentos. Não sabia porquê, mas sentia acumularem-se nuvens negras, com forma de campanhas, no seu horizonte. Tomou um sedativo para conseguir adormecer. E dormiu como um justo. Despertou, ao outro dia de manhã, ainda não eram sete da manhã. O Camareiro-mor já lhe tinha colocado sobre a mesinha de cabeceira, num espaço aberto existente sobre o compartimento onde era guardado o pote real para as necessidades nocturnas, os panfletos informativos do Reino. Incluindo o pasquim cujo título era "Plebe". Ei-Rei olhou para a parangona do dito, nesse dia, e esfregou os olhos, incrédulo. Lá vinha outra vez a baile o assunto do Fridoca. Malditos! Mentirosos! Caluniadores! Pasquim! Mas estavam bem enganados! Se o queriam ver nos píncaros da energia eram mentirem sobre ele! Estavam fritos! Ou assados! Ou, melhor, cozidos!

El-Rei foi fazer as abluções matinais e preparou-se para a luta.

(continua)

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