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15.4.09

SORRISO DO DIA (II)

Durante a conferência de um dos nossos milionários siobre modos de enriquecer, um jovem estudante da Faculdade de Economia como é que ele tinha enriquecido. O milionário sacudiu o pó do seu fato de bom corte e disse:

- Bem... A revolução levou-me tudo que eu tinha, de modo a ficar apenas com cinco cêntimos. Com esses cinco cêntimos, comprei uma maçã. Passei a manhã a polir a mação muito bem polida e, pelo fim da tarde, vendi-a por dez cêntimos. Na manhã seguinte, comprei duas maças. E passei a manhã a polir as duas maçãs, vendendo-os durante a tarde e fazendo vinte cêntimos. E continuei a fazer isto todos os dias, aumentando sempre o meu pecúlio. Até que, um dia, eu já tinha à volta de cem escudos.

Ante a curiosidade suspensa e silenciosa do aluno de Economia, o milionário calou-se durante alguns segundos, olhando abstracto para o tecto. E concluiu depois:

- Foi então que morreu o pai da minha mulher, deixando-nos uma fortuna de quase cinco milhões de contos...

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