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16.4.09

SORRISO DO DIA (II)

Aquele casal havia discutido e andavam sem se falar há já alguns dias. Quando precisavam de dizer algo um ao outro, escreviam-no em papéis, que deixavam à vista. E, ao deitar-se naquela noite, ele teve necessidade de dizer algo a ela. Como de costume nos últimos tempos, escreveu num papel, que deixou em cima da mesinha de cabeceira dela, para que ela o visse antes de se deitar:

- Amanhã, acorda-me por favor às sete e meia.

Ela chegou ao quarto, viu o papel e deitou-se também, sem mesmo dar as boas-noites.

Na manhã seguinte, ele acordou por ele mesmo. Já estava sózinho na cama. Olhou para o relógio e viu que eram quase nove e meia. Ficou furioso. Foi tomar banho a correr. Regressou ao quarto para se vestir, quando reparou num papelito que estava sobre a mesinha de cabeceira dele. Dizia:

- Acorda.... são sete e meia...

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