Durante três anos, a economia, as empresas, as famílias e os indivíduos estiveram ao serviço do Orçamento Geral do Estado, todos sangrados impiedosamente. Nada mais natural que o Orçamento Geral do Estado tenha que devolver agora o sangue que sugou, sob pena de morte. É impossível enganar o raio da Economia.
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