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OS SINAIS DO NOSSO TEMPO, NUM REGISTO DESPRETENSIOSO, BEM HUMORADO POR VEZES E SEMPRE CRÍTICO. . .
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12.11.08
PERGUNTAS SEM RESPOSTA
A proibição de cedência de espaços nas escolas, para que os professores se possam reunir, feita por departamentos do Ministério da Educação, será o prenúncio da criação de tribunais especiais?
2 comentários:
Anónimo
disse...
Senhor Magalhães Pinto: Já o li a defender a ministra da Educação. Mas, agora, pergunto-lhe: Porque serás que a avaliação é contestada? Eu respondo. Porque uma grande percentagem de professores sabe menos que os alunos; porque outros tantos professores estão mais dias de baixa do que a dar aulas; porque outros são agentes dos partidos políticos; porque 1.500 estão nos sindicatos, na maior parte do tempo, a pintar as unhas e a ir ao cabeleireiro; porque o presidente do Sindicicato (FENPROF) há cerca de 17 anos que não dá aulas. Há, ainda, turmas, no ensino básico que, só num ano, tiveram sete professoras! Pior que as professoras só assistente sociais.
Obrigado pela visita e comentário. Mas penso que tem que falar com os professores e ver, como eu vi, o que é o processo de avaliação engendrado por esta Lei.
Depois, pratica uma tremenda injustiça para com os professores, ao generalizar aquilo que, no seu próprio dizer, é 1% dos professores. Uma generalização impossível, quer do ponto de vista filosófico, quer do ponto de vista estatístico, quer do ponto de vista matemático.
Está a ser muito injusto para com os professores.
Defendi e defenderei sempre toda a gente quando creia que estão a fazer bem; assim como critico e criticarei toda a gente quando pensar que estão a agir mal.
Já agora, peço-lhe que leia a Vida Económica desta semana, onde explico o meu ponto de vista muito mais circunstanciadamente.
2 comentários:
Senhor Magalhães Pinto:
Já o li a defender a ministra da Educação. Mas, agora, pergunto-lhe:
Porque serás que a avaliação é contestada? Eu respondo. Porque uma grande percentagem de professores sabe menos que os alunos; porque outros tantos professores estão mais dias de baixa do que a dar aulas; porque outros são agentes dos partidos políticos; porque 1.500 estão nos sindicatos, na maior parte do tempo, a pintar as unhas e a ir ao cabeleireiro; porque o presidente do Sindicicato (FENPROF) há cerca de 17 anos que não dá aulas. Há, ainda, turmas, no ensino básico que, só num ano, tiveram sete professoras! Pior que as professoras só assistente sociais.
Obrigado pela visita e comentário. Mas penso que tem que falar com os professores e ver, como eu vi, o que é o processo de avaliação engendrado por esta Lei.
Depois, pratica uma tremenda injustiça para com os professores, ao generalizar aquilo que, no seu próprio dizer, é 1% dos professores. Uma generalização impossível, quer do ponto de vista filosófico, quer do ponto de vista estatístico, quer do ponto de vista matemático.
Está a ser muito injusto para com os professores.
Defendi e defenderei sempre toda a gente quando creia que estão a fazer bem; assim como critico e criticarei toda a gente quando pensar que estão a agir mal.
Já agora, peço-lhe que leia a Vida Económica desta semana, onde explico o meu ponto de vista muito mais circunstanciadamente.
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