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12.10.08

PÁGINA DO BRASIL

A Polícia Militar de São Paulo mudou de estratégia para fiscalizar a lei seca na capital. Agora, além do bloqueio em grandes avenidas, as viaturas ficam distribuídas em ruas adjacentes para surpreender os motoristas fujões. A idéia é pegar de surpresa, na rua ao lado, quem tentar desviar da blitz. Para isso, a PM desmembrou cada equipe de patrulhamento em quatro ou cinco grupos. "Mudamos o layout da operação porque percebemos que alguns condutores, com freqüência, tentavam burlar a blitz", diz o major Ricardo Fernandes de Barros, responsável pelo 34º Batalhão. É mais uma tentativa da PM de fazer a fiscalização não perder a credibilidade. Há um mês, o Estado mostrou que empresas que manobram veículos nos bares de regiões boêmias têm usado radiocomunicadores e celulares para informar os clientes dos pontos de bloqueio e das alternativas.

Expandir a fiscalização para ruas menores não é a primeira adaptação que a polícia faz para tornar as blitze mais eficazes. Em junho, quando a lei seca entrou em vigor, as operações eram realizadas apenas de quinta-feira a domingo, no chamado "itinerário dos baladeiros" - avenidas de movimento que levavam a bares, principalmente nas zonas norte e centro-oeste. Desde o mês passado, a PM tem ampliado as blitze também para as proximidades de grandes eventos de música na cidade e de estádios de futebol em dias de jogos - para a Fórmula 1, no dia 2 de novembro, um novo esquema está sendo montado.

Para Sérgio Berti, presidente da ONG Direção Preventiva, mesmo que as alternativas de fiscalização da polícia não rendam o esperado, pelo menos aumentam a sensação do motorista de que ele pode ser parado num bloqueio. "O consumidor pensa duas vezes e acaba se precavendo mais. O que vemos é que, com o passar do tempo, as pessoas vão ficando folgadas."
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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O melhor mesmo é começar a preparar os helis...

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