
Confesso os meus pensamentos íntimos. Neste ruído todo que envolve a licenciatura do Primeiro-Ministro e a Universidade Independente, com duas vertentes - a licenciatura e as convulsões na Universidade - estou inclinado a favor do Primeiro-Ministro na vertente da licenciatura, devido às convulsões da Universidade. Se não houvesse as convulsões na Universidade Independente neste momento, se estivéssemos perante uma Universidade prestigiada e sem problemas, a margem do Primeiro-Ministro para contradizer o que os documentos parecem demonstrar seria praticamente nula.
A conclusão (democraticamente terrível) deste pensamento é que ou eu sou parvo ou as convulsões na Universidade vieram numa altura extremamente conveniente para o Primeiro-Ministro.
Magalhães Pinto
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