A estabilidade do sistema bancário português, que se dizia ameaçada pelos accionistas do núcleo duro do Banco Português do Atlântico, argumento que serviu a Cavaco Silva, Eduardo Catroga e Fernando Nogueira (hoje presidente de um banco do Grupo BCP) para autorizar o assalto do BCP àquele Banco, há doze anos, está hoje à vista. Jorge Jardim Gonçalves é, pela sua ambição desmedida, um perigo para essa estabilidade.
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